Programa Boas Pr ticas Fase 1 .


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O Programa Qualidade na Mesa. Pesquisa de avaliação junto a participantes, consultores e mantenedores Novembro de 2007. Introdução.
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O Programa Qualidade na Mesa Pesquisa de avaliação junto a participantes, consultores e mantenedores Novembro de 2007

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Introdução Esta pesquisa foi realizada pela Focus Pesquisa e Estratégia para avaliar o desenvolvimento e os resultados das ações de qualificação do programa Qualidade na Mesa, conduzido pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes – ABRASEL. O programa Qualidade na Mesa propõe a qualificação do setor de alimentação fora do lar através da capacitação técnica das empresas e dos profissionais que o integram.

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Introdução Para promover a melhoria da qualidade dos serviços das empresas, o Qualidade na Mesa trabalhou no campo da segurança dos alimentos e excelência do atendimento. Dois projetos compuseram as ações de qualificação profissional do Qualidade na Mesa: o Boas Práticas e o Multiplicador para o Local de Trabalho – MLT.

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Introdução O Programa Boas Práticas O Boas Práticas foi elaborado visando à capacitação em segurança dos alimentos e à implantação de procedimentos para a garantia da qualidade higiênico-sanitários dos alimentos servidos nos exposes e restaurantes, fundamentando-se na norma RDC 216/04 da ANVISA. Foi dividido em duas fases: O Boas Práticas Fase 1 consistiu-se em um treinamento teórico para qualificar dois colaboradores por empresa nas técnicas de segurança alimentar. O Boas Práticas Fase 2 cuidou da implantação das técnicas na empresa, através de uma consultoria na área de produção do bar/restaurante participante do programa.

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Introdução O Programa Multiplicador no Local de Trabalho - MLT An intenção do MLT foi formar multiplicadores que, no próprio neighborhood de trabalho, apliquem pequenos treinamentos nas equipes. A linha programática do MLT visa à melhoria do atendimento, com conteúdos que os participantes devem repassar aos profissionais da linha de frente, como garçons, "mâitres", "entertainer", atendentes and so on. Após o treinamento, o desenvolvimento da empresa é acompanhado por tutorias presenciais ou à distância para auxiliar o multiplicador em sua tarefa.

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Introdução A Pesquisa Metodologia Esta pesquisa teve caráter conclusivo-descritivo e foi conduzida através de um study telefônico (pesquisa quantitativa por telefone) com an aplicação de questionários estruturados an amostras dos diversos públicos envolvidos nos programas. Públicos-alvo Participantes dos programas Boas Práticas, Fases 1 e 2. Participantes do programa MLT. Consultores dos programas Boas Práticas, Fases 1 e 2. Consultores do programa MLT. Presidentes e facilitadores de seccionais da ABRASEL.

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Introdução A Pesquisa Amostra prevista Participantes do programa Boas Práticas, Fases 1 e 2: 210 entrevistas. Participantes do programa MLT: 209 entrevistas. Consultores do programa Boas Práticas: 20 entrevistas. Consultores do programa MLT: 20 entrevistas. Presidentes e facilitadores de seccionais da ABRASEL: 50 entrevistas.

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Introdução A Pesquisa Amostra realizada Participantes do programa Boas Práticas, Fases 1 e 2: 212 entrevistas, sendo 106 para cada fase. Participantes do programa MLT: 161 entrevistas. Consultores do programa Boas Práticas: 20 entrevistas. Consultores do programa MLT: 20 entrevistas. Presidentes e funcionários facilitadores de seccionais da ABRASEL: 41 entrevistas.

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Introdução A Pesquisa Amostragem Estrutura amostral: listagens de participantes, consultores e presidentes/facilitadores das seccionais da ABRASEL, fornecida pela coordenação do Programa Qualidade na Mesa. Seleção dos entrevistados Participantes Boas Práticas e MLT : amostragem sistemática, com reposição do entrevistado não encontrado após 03 tentativas. Este processo, no caso da pesquisa MLT, foi descaracterizado ao last devido ao esgotamento da listagem ocasionado pelas substituições. Consultores e Presidentes/Facilitadores ABRASEL : Amostragem por conveniência, devido ao tamanho da listagem que praticamente equivaleu ao tamanho da amostra.

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Introdução A Pesquisa Instrumentos de coleta de dados Questionários estruturados, contendo questões fechadas e abertas, elaborados para aplicação por telefone. Foram utilizados 06 questionários diferentes, abordando temas específicos de cada público: Participantes do programa Boas Práticas Fase 1. Participantes do programa Boas Práticas Fase 2. Participantes do programa MLT. Consultores do programa Boas Práticas. Consultores do programa MLT. Presidentes e facilitadores de seccionais da ABRASEL.

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Introdução A Pesquisa Trabalhos de campo Abordagem: entrevistas pessoais por telefone. Período de realização: 20/09/2007 a 03/10/2007. Fatores que podem influenciar os resultados: Não foram verificadas influências na pesquisa a partir dos trabalhos de campo, a não ser as já relatadas dificuldades com o fechamento das amostras previstas nos públicos MLT e Presidentes/Facilitadores.

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Introdução A Pesquisa Controle de qualidade Checking: Em rhythm genuine, através de supervisão ativa do trabalho dos entrevistadores. Consistência: Conferência visual dos questionários em busca de erros de preenchimento e levantamento de dados ausentes através de processamento eletrônico.

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Introdução O Relatório Este relatório está organizado em três partes distintas: Avaliação do Boas Práticas, com os resultados das pesquisas realizadas com os participantes das duas fases do programa e com os consultores responsáveis pela sua aplicação. Avaliação do MLT, com participantes e consultores dos programas. Avaliação do Qualidade na Mesa, com presidentes e funcionários facilitadores das seccionais da ABRASEL.

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1ª Parte: Avaliação do Programa Boas Práticas Boas Práticas Fase 1 Boas Práticas Fase 2 Consultores

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Programa Boas Práticas Fase 1 Apresentação A pesquisa com os participantes do Boas Práticas Fase 1 teve caráter quantitativo, conduzida por meio de questionários com perguntas abertas e fechadas, aplicados an uma amostra de 106 entrevistados cujos nomes foram retirados de listagem fornecida pela coordenação do programa. 15

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Programa Boas Práticas Fase 1 Perfil dos entrevistados A maioria dos entrevistados participou do programa há menos de 1 ano, o que os caracteriza como informantes com boa possibilidade de avaliação dos itens solicitados. 16

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Programa Boas Práticas Fase 1 Perfil dos entrevistados Os entrevistados exercem funções de direção ou gerência do estabelecimento em que atuam, em conformidade com uma das exigências do programa. 17

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Programa Boas Práticas Fase 1 Perfil dos entrevistados Quanto ao sexo, 56% dos entrevistados foram do sexo feminino. 18

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Programa Boas Práticas Fase 1 Perfil dos entrevistados An escolaridade concentrou-se no ensino médio completo ou unrivaled incompleto. Poucos entrevistados declararam graus inferiores e uma boa parte (39%) tem curso unrivaled completo. 19

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Programa Boas Práticas Fase 1 Perfil dos entrevistados Mais de 80% dos entrevistados têm entre 26 e 50 anos de idade. Nota-se uma concentração nas faixas etárias entre 31 e 45 anos, que representam mais de half da amostra. 20

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Programa Boas Práticas Fase 1 Esta escala foi invertida em relação à do questionário para blades de processamento das médias. Avaliação do Boas Práticas Fase 1 por características selecionadas Várias características do programa foram apresentadas aos entrevistados, que deveriam avaliá-las em uma escala de satisfação 1 para verificar se o programa atendeu às expectativas dos participantes: 1. Muito insatisfeito 2. Insatisfeito 3. Nem satisfeito, nem insatisfeito 4. Satisfeito 5. Muito satisfeito. 21

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Programa Boas Práticas Fase 1 Avaliação do Boas Práticas Fase 1 por características selecionadas Para expressar as avaliações, foram calculadas as médias para cada característica a partir das respostas dos entrevistados. De maneira geral, todas as características foram bem avaliadas. Os gráficos que se seguem mostram que as médias se situaram na área prevalent de satisfação positiva da escala (Média ≥ 4). 22

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Programa Boas Práticas Fase 1 24

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Programa Boas Práticas Fase 1 A carga horária do treinamento Pouco mais da metade dos entrevistados acha que a carga horária de 12 horas foi adequada. Aproximadamente 40%, entretanto, consideram que o aproveitamento poderia melhorar com uma carga horária maior. 25

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Programa Boas Práticas Fase 1 A carga horária do treinamento Para 74% da amostra, o treinamento, considerando a carga horária de 12 horas, deve ser distribuído em quatro dias. 26

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Programa Boas Práticas Fase 1 Pontos positivos e negativos do treinamento Ganhos na formação profissional dos participantes, nos processos de manipulação de alimentos, na qualidade dos serviços e na organização do estabelecimento foram os principais pontos positivos do Boas Práticas Fase 1. 27

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Programa Boas Práticas Fase 1 Pontos positivos e negativos do treinamento Já as críticas negativas não foram feitas por mais da metade da amostra. As existentes não alcançaram percentuais muito significativos, destacando-se a demanda por uma maior carga horária e reclamações genéricas quanto ao conteúdo do curso. 28

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Programa Boas Práticas Fase 1 Resultados do Boas Práticas Fase 1 O reconhecimento da capacidade do programa de gerar alterações positivas nas rotinas de trabalho dos profissionais e dos estabelecimentos participantes foi praticamente unânime. Estas mudanças concentraram-se na melhoria da manipulação dos alimentos, da organização do trabalho, do atendimento

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